O espelho
A collection of Machado de Assis' contributions to the short-lived O Espelho, published in late 1859 and early 1860.
"O Espelho foi um pequeno jornal que circulou no Rio de Janeiro, no segundo semestre de 1859, e que era publicado aos domingos. Em formato tabloide, tinha apenas 12 páginas, nas quais se espremiam poemas, romances em forma de folhetim, crônicas, artigos sobre assuntos variados e críticas teatrais. Dirigido por Francisco Eleutério de Sousa, contou com colaboradores como Casimiro de Abreu e Moreira de Azevedo. Machado escreveu nos 19 números de jornal. E estre livro reproduz todos os textos em prosa de sua autoria: crônicas que ele intitulou 'Aquarelas', o artigo 'A Reforma pelo jornal' e a série 'Revista de teatros'. A importância dessa produção não é pequena; pode-se dizer que estamos diante do nascimento do jornalista profissional que se tornou Machado de Assis nessa fase de sua vida, bem como do início de um fecundo amadurecimento intelectual que se processou ao longo da década de 1860 e que o tornou conhecido antes mesmo de sua consagração como ficcionista"--P. [4] of cover.
da Open Library
- editora
- UNICAMP
- ano da edição
- 2009
- formato
- outro
- páginas
- 199
- ISBN
- 9788526808584
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autor

Machado de Assis
Brasil
Maior nome da literatura brasileira e primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras. Nasceu no Rio de Janeiro em 1839, neto de escravos alforriados, gago e epilético, e chegou ao centro da elite letrada do Império sem nunca parar de olhar para essa elite com ironia. Começou romântico e virou outra coisa a partir de 1880, quando publicou Memórias Póstumas de Brás Cubas, narrado por um defunto que escreve com a pena da galhofa e a tinta da melancolia. Depois vieram Quincas Borba, Dom Casmurro e contos que ainda hoje parecem escritos ontem. Ninguém no Brasil desconfiou tanto do próprio narrador: em Dom Casmurro, a dúvida sobre a traição de Capitu nunca se resolve, e é esse buraco que mantém o livro vivo mais de um século depois. Escreveu também poesia, teatro e crônica, e morreu em 1908.
escrito aqui no Gume
