Ninguém nasce mulher, torna-se mulher: Frau Catarina e Chiquinha Gonzaga, pontes de gênero
"Compare-se a histôria vivida pela personagem ficcional Frau Catarina, da obra A ferro e fogo--Tempo de solidão, de Josué Guimarães, com a história real de Chiquinha Gonzaga. A primeira--Frau Catarina--, ao aceitar entregar o seu corpo como mercadoria, apesar da dor e do sofrimento, salva o marido, o filho, a propriedade e a própria vida. Embora sendo humilhada, contribui para o enriquecimento do gênero feminino e, na esfera pública, enfrenta seus opositores na defesa de seus interesses. Já a segunda--Chiquinha Gonzaga--, respeitada como pessoa e artista por seus colegas de profissão, foi, porém, severamente censurada pelo restante da sociedade, pelo fato de ser mulher que vivia independentemente dos homens e em profissão à altura deles. Embora tendo sofrido não apenas o preconceito masculino, mas, também, e, principalmente, o feminino, Chiquinha Gonzaga não se inteimidou e seguiu as sugestões do seu coração. O que se pode afirmar a respeito dessas duas mulheres, no que tange ao que elas têm em comum, apesar de uma estar no âmbito da literatura e a outra ser construtora real de sua história?"--Publisher's description, p. [2] of cover.
da Open Library
- editora
- Editora IMED
- ano da edição
- 2009
- formato
- outro
- páginas
- 140
- ISBN
- 9788599924167
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autor
Rosane Maria Pietrobelli Nath