Memórias Póstumas de Brás Cubas
Memórias póstumas de Brás Cubas é um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princípio como folhetim, de março a dezembro de 1880, na Revista Brasileira, para, no ano seguinte, ser publicado como livro, pela então Tipografia Nacional como Memorias Posthumas de Braz Cubas.
O livro tem como marcas um tom cáustico e novo estilo na obra de Machado de Assis, bem como audácia e inovação temática no cenário literário nacional, que o fez receber, à época, resenhas estranhadas. Confessando adotar a "forma livre" de Laurence Sterne em seu Tristram Shandy (1759–67), ou de Xavier de Maistre, em Memórias Póstumas rompe com a narração linear e objetivista de autores proeminentes da época, como Flaubert e Zola, para retratar o Rio de Janeiro e sua época em geral com pessimismo, ironia e indiferença — um dos fatores que fizeram com que fosse amplamente considerada a obra que iniciou o Realismo no Brasil, ainda que com elementos livres e próprios a Machado de Assis.
— Wikipedia (CC BY-SA 4.0)
da Open Library
- editora
- Antofágica
- ano da obra
- 1881
- ano da edição
- 2019
- formato
- capa dura
- ISBN
- 9786580210015
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autor

Machado de Assis
Brasil
Maior nome da literatura brasileira e primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras. Nasceu no Rio de Janeiro em 1839, neto de escravos alforriados, gago e epilético, e chegou ao centro da elite letrada do Império sem nunca parar de olhar para essa elite com ironia. Começou romântico e virou outra coisa a partir de 1880, quando publicou Memórias Póstumas de Brás Cubas, narrado por um defunto que escreve com a pena da galhofa e a tinta da melancolia. Depois vieram Quincas Borba, Dom Casmurro e contos que ainda hoje parecem escritos ontem. Ninguém no Brasil desconfiou tanto do próprio narrador: em Dom Casmurro, a dúvida sobre a traição de Capitu nunca se resolve, e é esse buraco que mantém o livro vivo mais de um século depois. Escreveu também poesia, teatro e crônica, e morreu em 1908.
escrito aqui no Gume
