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Joaquim Nabuco: o visionário político das ações de inclusão social (1849-1910)

Arilson dos Santos Gomes

"Nabuco consciente de sua realidade, no mais profundo sentimento, concede a si a missão de formar oásis em suas iniciativas. Oásis como os de Massangana, onde a liberdade e dignidade seriam os fios condutores por excelência do devir humano, independente da cor das pessoas. Este homem estava definitavamente decidido. Lutaria por quem trabalhou por ele e por sua família, pela mulher negra que o amanentou, por Elias, o servo fiel de sua madrinha, por quem o influenciou na infância, por quem o ensinou a viver e a amar. Esta luta, ele levaria aos mais distantes lugares que seu espírito reformador poderia guiálo, incluindo ao Vaticano. Em 1858, seguiu para o Rio de Janeiro e, em 1866, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, transferindo-se para o Recife em 1869. Durante o curso na faculdade de Direito do Recife, onde foi contemporâneo de Rui Barbosa (1849-1923), Castro Alves (1847-1871) , Rodrigues Alves (1848-1919) e Afonso Pena (1847-1909), assumiu a defesa do escravo Thomaz, acusado de assassinar o seu senhor, caso que merece destaque de nossa parte, pois se trata de uma defesa rara, já que Nabuco era um filho da elite agrária. Após este episódio, escreveu o livro 'Aescravidão'"--Publisher's description, back cover.

da Open Library

ano da edição
2010
formato
outro
páginas
62
ISBN
9788571927018

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autor

AG

Arilson dos Santos Gomes