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Geografias Pátrias: Brasil e Portugal (1875-1889)

Desconhecido

As concepções de geografia predominantes nos últimos anos do Império são o foco do estudo feito pela professora do Departamento de Geografia da UFF, Cristina Pessanha Mary. Em um trabalho pioneiro, ela mostra os objetivos políticos e militares na criação da Seção da Sociedade de Geografia de Lisboa no Brasil, que existiu de 1878 a 1889. A autora vê a criação da Seção como fruto da necessidade do Império português de um novo saber acerca dos espaços a serem controlados e dominados. A obra ainda colabora com o conhecimento dos laços existentes entre a geografia brasileira e a lusa, além de um capítulo exclusivo para os estudos geográficos empreendidos pelo Barão de Teffé.

Sumário: Prefácio Introdução 1. Crônica do Movimento Geográfico 1.1. O Movimento Geográfico Europeu 2. A Sociedade de Geografia de Lisboa: Refazendo a ¿Nação Abatida¿ 2.1. Portugal, a Nação Abatida 2.2. A Sociedade de Geografia de Lisboa e o Reatamento da Tradição Nacional 2.3. A Política de Criação de Filiais 3. Seção e Secessão 3.1. A Criação da Seção da Sociedade de Geografia de Lisboa no Brasil 3.2. Os Filiados da Seção 3.3. A Secessão 3.4. As Geografias da Seção 3.5. Primeira Fase: Entre o Sertão do Brasil e os Confins Africanos 3.6. Segunda Fase: A Geografia como Irmã da Antropologia 3.7. Terceira Fase: Por uma Geografia Autenticamente Portuguesa no Brasil 4. O Barão de Teffé e uma Outra Geografia 4.1. O Almirante Teffé e a Ciência Nacional 4.2. A Geografia do Barão na Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro Conclusão: A Questão Nacional como um Divisor de Águas das Geografias do Império Referências Apêndices

da Open Library

ano da edição
2010
formato
outro
páginas
192

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