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A gaia ciência

Friedrich Nietzsche

Um dos mais belos e mais importantes livros de Nietzsche, A gaia ciência reúne 383 textos sobre arte, moral, história e teoria do conhecimento, além de muitos poemas (apresentados aqui também no idioma original). Nele aparece a figura de Zaratustra e as famosas teses da "morte de Deus" e do "eterno retorno".

A gaia ciência traz algumas das discussões mais originais de Friedrich Nietzsche a respeito de arte, moral, história, conhecimento, ilusão e verdade. Ao longo de suas 383 seções, aparecem três tópicos particularmente associados ao filósofo: a proclamação da "morte de Deus", a idéia do "eterno retorno" e a mítica figura de Zaratustra. Ao mesmo tempo, este é o seu livro com a maior diversidade de formas literárias, incluindo versos humorísticos, aforismos, breves diálogos, parábolas, poemas em prosa e pequenos ensaios. Nietzsche publicou A gaia ciência em 1882 e o ampliou substancialmente em 1887 (data da segunda edição), acrescentando-lhe o prólogo, o quinto capítulo - o mais substancial - e o apêndice com poemas (que constam deste volume também em alemão).

da Open Library

ano da edição
2012
formato
outro
páginas
344
ISBN
9788535920666

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autor

Friedrich Nietzsche

Friedrich Nietzsche

Alemanha

Friedrich Nietzsche (1844–1900) foi um filólogo clássico, filósofo e crítico cultural alemão cujas ideias moldaram o pensamento moderno. Aos 24 anos, tornou-se professor na Universidade de Basileia, mas problemas de saúde o forçaram a se aposentar precocemente em 1879, período em que escreveu suas obras mais profundas. Em 1889, sofreu um colapso mental grave, vivendo sob cuidados até sua morte.

Sua filosofia desafiou as bases da cultura ocidental, propondo a crítica à moral cristã com a distinção entre a "moral dos senhores" e a "moral dos escravos". Diante da "morte de Deus" e do risco do nihilismo, formulou conceitos marcantes como o Übermensch (super-homem), a vontade de potência, o perspectivismo e o eterno retorno. Utilizando aforismos e ironia, buscou a afirmação estética da vida e a superação das convenções para a criação de novos valores.

Após sua morte, sua irmã manipulou seus escritos para alinhá-los ao ultranacionalismo, associação desmentida por estudiosos do século XX. Traduzido e revalorizado, Nietzsche tornou-se peça central do existencialismo, do pós-estruturalismo e da cultura contemporânea.

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